Conhecendo os maiores gestores de fundos de 2020

De Callis, da Hieron assinala ainda que, no mercado brasileiro, pela menor profundidade em comparação aos pares desenvolvidos, o investidor tem dificuldades para estruturar um portfólio com uma boa descorrelação se posicionando somente em renda fixa e Bolsa.

Os gestores desses fundos se valem de operações de arbitragem entre os ativos. Sem se expor ao movimento mais amplo do mercado como um todo, assinala o estrategista da Hieron.

Assim, é preciso ter uma hipótese e investir nela, tendo, do outro lado, uma quantidade de investimentos menor, que aposte de maneira contrária, diz a professora. “Dessa forma, as perdas serão minimizadas em um cenário de queda, mas, por outro lado, tendem a reduzir seus ganhos, em um momento de forte alta.

Carteira gráfica da XP troca 3 ações para esta semana

De Callis, da Hieron assinala ainda que, no mercado brasileiro, pela menor profundidade em comparação aos pares desenvolvidos, o investidor tem dificuldades para estruturar um portfólio com uma boa descorrelação se posicionando somente em renda fixa e Bolsa.

  • Os gestores desses fundos se valem de operações de arbitragem entre os ativos.
  • Sem se expor ao movimento mais amplo do mercado como um todo, assinala o estrategista da Hieron.

Assim, é preciso ter uma hipótese e investir nela, tendo, do outro lado, uma quantidade de investimentos menor, que aposte de maneira contrária, diz a professora. “Dessa forma, as perdas serão minimizadas em um cenário de queda, mas, por outro lado, tendem a reduzir seus ganhos, em um momento de forte alta.”

Todas as estações

A professora de economia comportamental da ESPM e planejadora financeira CFP Paula Sauer, por sua vez, afirma que uma carteira com correlação negativa perfeita também não é o melhor dos mundos, já que o rendimento de uma aposta será sempre anulado pela perda do outro lado.

Na prática, para atravessar qualquer estação do ano, a alocação sempre considera um cenário base que norteia a maior parte dos investimentos, mas com premissas alternativas que respondem por posições marginais, explica o CEO da Trafalgar.

Abordagens complementares

Na gestora de patrimônio Alocc, Sigrid Guimarães, sócia-fundadora, defende que, independentemente do cenário esperado à frente, todo portfólio precisa largar tendo um colchão de liquidez com fundos de curto prazo, sem risco de crédito, que cubram um período de pelo menos três anos, considerando os custos de vida do investidor no período.

Segundo o CEO da Trafalgar, essa é a filosofia de investimento adotada pela gestora, que, inclusive, se baseia fortemente nos preceitos da Bridgewater.

Novo podcast: a carteira ótima para o investidor brasileiro

SÃO PAULO – Que a diversificação do portfólio é importante, não se discute. A teoria da fronteira eficiente de Harry Markowitz, que persegue a maior expectativa de retorno com o menor nível de risco possível, já provou seu valor ao longo das últimas décadas, o que rendeu ao economista o prêmio Nobel em 1990.

Durante a Expert XP, o badalado gestor Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associates, reforçou mais uma vez a tese, ao defender 10 ou 15 bons investimentos não correlacionados como o Santo Graal para ganhar dinheiro no mercado financeiro.

Uma coisa, no entanto, é saber o que precisa ser feito. Outra, bem diferente, é fazer. Ainda mais se consideradas as limitações impostas pelo mercado local, que conta basicamente com três grandes classes de ativos: a renda fixa, que vem perdendo apelo frente à Selic nas mínimas históricas, com a expectativa de um ganho real (descontada a inflação) próximo de zero nos próximos meses, ainda mais quando considerado o IR; a Bolsa, ainda relativamente concentrada em bancos e commodities; e o câmbio.

Por isso, diversificar o risco para outras geografias, em setores e produtos que não estão disponíveis no país, se mostra uma alternativa cada vez mais importante.

“Para fazer uma carteira bem diversificada puramente local, a dificuldade é gigantesca, porque há pouca classe de ativo”, afirma Paulo Corchaki, CEO da Trafalgar Investimentos.

Internacionalizando um pedaço do portfólio, o ganho de eficiência face à infinidade de alternativas além-mar é muito grande para ser ignorado, complementa o especialista.

Segundo Marcos De Callis, estrategista da Hieron Patrimônio Familiar e Investimento, a alocação em bolsas globais, mais resilientes e com uma amplitude incomparável de nomes à disposição, já faz sentido para o investidor brasileiro há muito tempo.

A diferença, acrescenta De Callis, é que agora até a renda fixa, que por muito tempo ofereceu prêmios imbatíveis dentro de casa, deve começar a migrar gradativamente para fora.

Pela teoria econômico-financeira, afirma o CEO da gestora de patrimônio, o “número mágico”, a partir do qual não se tem mais eficiência acrescentando novos ativos na carteira, por mais descorrelacionados que eles sejam entre si, é ao redor de 20. “Se estiver na região de 10 a 20 ativos na carteira, você está bem.”

Ativos não correlacionados são aqueles que reagem de maneiras distintas a um mesmo evento ou a uma tendência de mercado – em períodos de maior aversão ao risco, por exemplo, a Bolsa geralmente cai, enquanto o dólar sobe.

Outro post com um título qualquer

A Câmara dos Deputados e o governo chegaram a acordo para o projeto de complementação dos recursos da União para o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), saindo de 10% neste ano e atingindo 23% no sexto ano a partir da aprovação – como defendia o time político do governo. Para 2021, é prevista complementação de 12%.

A relatora, Professora Dorinha, que resistia a incluir a destinação de uma parte dos recursos para além do objetivo que constava de seu relatório original, acabou por incluir o trecho que direciona uma parcela dos recursos para a educação infantil.

Pelo texto novo, 5,25% ficam destinados ao setor, “nos termos da lei”, sem especificação. O objetivo do Planalto é usar esses recursos para robustecer ações sociais.

Testando publicação no blog com um título médio

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A relatora, Professora Dorinha, que resistia a incluir a destinação de uma parte dos recursos para além do objetivo que constava de seu relatório original, acabou por incluir o trecho que direciona uma parcela dos recursos para a educação infantil.

Pelo texto novo, 5,25% ficam destinados ao setor, “nos termos da lei”, sem especificação. O objetivo do Planalto é usar esses recursos para robustecer ações sociais.