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Finanças pessoais: 5 erros muito comuns

por Redação Xpeed 09/06/2021

Finanças pessoais: não é todo mundo que cumpre com essa importante ‘lição de casa’, e quando cumpre, comete erros que comprometem esse controle.

Por isso, resolvemos listar e te revelar os X erros muito comuns nas finanças pessoais para deixar de atrapalhar seu orçamento todo mês.

Mas se você quer uma orientação melhor do que efetivamente praticar, confira este post que já deixamos no blog da Xpeed.

 

A importância de conhecer os erros nas finanças pessoais

Muitos de nós já temos ideia de que o princípio básico da educação financeira é saber que não se deve gastar mais do que se ganha, certo?

Porém, ter apenas essa informação com certeza não é o suficiente para conter os abusos que observamos as pessoas fazerem com suas finanças pessoais.

Até porque colocar em prática essa orientação acaba não sendo fácil para todas as pessoas.

Tirante aquelas que por uma emergência ou imprevisto comprometem seu orçamento, a maioria da população exagera nos gastos por motivos inconsistentes

Mesmo que muitas vezes essas pessoas tentam defender esse tipo de decisão com uma argumentação convincente – principalmente e somente para elas.

Esse cenário de erros comuns retarda suas contas em equilíbrio e, portanto, ciclo de prosperidade da sua prosperidade financeira.

Agora, vamos aos erros para se prestar atenção, não repeti-los e, dessa forma, finalmente ficar saudável financeiramente.

 

5 erros muito comuns nas finanças pessoais

 

Erro 1: desconhecimento da situação financeira

Seja por distração, desleixo, indiferença ou medo, muita gente não coloca suas contas na ponta do lápis

Com isso, a probabilidade de perder facilmente o controle de suas despesas aumenta mais do que você espera.

Infelizmente, o que acontece é o uso da planilha financeira ser malfeito na maioria das famílias, com a famosa ‘contabilidade mental’ dominando e enganando nesses casos.

 

Erro 2: falta de planejamento

Bom, esse equívoco está diretamente relacionado ao primeiro: pois se há desconhecimento da situação financeira, é porque há, provavelmente, falta de execução do planejamento.

Outro hábito ainda pouco comum, infelizmente, é o de planejar.

Muitos compram sem pensar de fato se precisam daquilo ou se vão utilizar o que estão comprando de modo suficiente no seu dia a dia.

Um fator que favorece a frequência desse erro é a falta de conversas sobre dinheiro na família, ou seja, dentro de casa, fazendo com que dificilmente o planejamento seja, enfim, colocado em prática.

 

Erro 3: imediatismo

A velocidade da tecnologia em todos os setores da vida vem nos deixando cada vez mais imediatistas, e isso é muito perigoso.

Ao nos permitir ser mais imediatistas, a ansiedade e o estresse aumentam, e se o nosso emocional não está bom, temos menos chances de cumprir uma tarefa com qualidade.

Dessa forma, o nosso desejo de querer aquisições e resultados o quanto antes nos cega e atrapalha as nossas decisões.

A consequência dessa junção de elementos?

Na maioria das vezes, compra-se o supérfluo., e aí, depois da compra ou quando chega a fatura do cartão, o arrependimento bate forte, não é mesmo?

 

Erro 4: baixo nível de autoconhecimento 

Conhecer os principais conceitos e cenários externos a nós no mercado financeiro não é o suficiente para nos darmos bem em nossas finanças pessoais – aliás, longe disso.

Por isso, o quarto erro que elencamos aqui é o baixo nível de autoconhecimento.

Temos de nos lembrar sempre que somos seres humanos e, então, somos movidos por emoções.

Isso quer dizer que elas estão muitos presentes em nossos processos de tomada de decisão dessa forma.

Ou seja, quando não conhecemos bem o modo como funcionamos, como é a nossa relação emocional com o dinheiro, acabamos sendo vítimas de nós mesmos.

O processo de autoconhecimento permite você se controlar quando sentir que está prestes a tomar uma decisão inteiramente emocional – e, provavelmente, equivocada.

 

Erro 5: educação financeira insuficiente

Se você já conta com o autoconhecimento, agora não pode, então, desconhecer:

  • Os princípios básicos da economia;
  • As relações de troca;
  • As ferramentas financeiras;
  • O comportamento financeiro.

Não estar familiarizado com esses pontos torna ainda mais inviável cuidar bem do seu dinheiro.

Colocar em prática o aprendizado financeiro – mesmo que os fundamentos básicos – exige trabalhar com:

  • As emoções;
  • As crenças pessoais;
  • Os hábitos consolidados;
  • As nossas limitações.

Portanto, tenha em mente que dedicar atenção com as finanças pessoais requer equilíbrio emocional e educação financeira.

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Redação Xpeed

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